Livro Pense como um Freak – Resumo do Completo

Tempo de leitura: 3 min

Escrito por Paulo Silva
em 10/04/2020

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livro pense como um freak

Vale a pena deixar um negócio como legado para próxima geração da família? Ainda compensa ter diploma universitário?

A partir destas perguntas (e muitas outras), Levvit e Duber iniciam o livro Pense como um freak.

Entretanto, a proposta dos autores não é responder esses questionamentos, como tinham feito nas suas obras anteriores.

Na realidade, o objetivo do livro é ensinar a pensar fora da caixa, e encontrar soluções complexas para problemas complexos.

Não há somente o certo e o errado, a decisão inteligente ou a burra, todos esses cenários são compostos de meio termos que podem ser mais resolutivos.

Ademais, antes que sinta falta da resposta das perguntas acima: Não, é melhor deixar uma outra pessoa gerenciar e sim, vale a pena fazer faculdade.

Todavia, seria contraditório dizer que essas soluções estão certas, quem sabe após conhecer mais um pouco de como pensar como um freak você encontre respostas melhores?

Então vamos ao resumo do livro Pense como um freak.

Resumo do livro Pense como um Freak

Quais são as três palavras mais difíceis (em qualquer língua)?

Inicialmente, os autores sugerem que o leitor leia o texto e responda os questionamentos abaixo:

“Uma garota vai à praia com a mãe e o irmão em um carro vermelho. Já na praia, eles brincam, nadam e almoçam sanduíches”.

  • Qual era a cor do carro?
  • Eles comeram batatas fritas e peixe no almoço?
  • Eles ouviram música no carro?
  • Tomaram limonada no almoço?

Esse mesmo questionário foi aplicado a um grupo de estudantes britânicos, que tinham entre 5 e 9 anos.

Quase todas crianças responderam corretamente as duas primeiras perguntas, ao passo que, cerca de 76% erraram as duas últimas.

Isto porque, esta, não tinha uma resposta, já que não era possível saber se as informações eram verdadeiras ou não.

Portanto, bastava dizer “Eu não sei”.

Desse modo, os autores do livro concluem que essas são as três palavras mais difíceis de dizer do inglês.

Todavia, tudo indica que isso se aplica a mais idiomas.

Qual seu problema?

Se já é difícil admitir que não sabe uma resposta, imagina admitir que não sabe nem a pergunta?

Entretanto, mais uma vez isso pode ser considerado comum.

É preciso definir quais respostas você procura e quais perguntas fazer para acha-las.

Assim como pode se tornar necessário torna-la mais específica ou redefini-la.

Qual a raiz do problema?

É provável que a humanidade já tenha explorado e procurado soluções para maior parte dos problemas existentes.

Todavia, se a dúvida persiste é porque, provavelmente, eles não foram resolvidos ainda.

O que acontece é que, na maioria das vezes, procura-se as soluções para a causa mais próxima, mas não consideram o que vem antes dessa causa.

Normalmente, é mais difícil abordar os problemas dessa maneira, já que vários fatores podem convergir para gerar um sintoma, que é o problema.

Pensar como criança

As crianças têm uma fase característica que deixam os adultos de cabelos em pé: a fase dos “por quês”.

Essa espontaneidade para fazer perguntas e não ter medo de fazer perguntas óbvias, faz com que elas desenvolvam seu aprendizado de forma rápida.

Então, se o objetivo é conseguir respostas, não há motivo para ter receio de questionar.

Dar doces para uma criança

O conceito aqui é prático: para mudar ações é preciso incentivo.

Seja as suas atitudes pessoais, ou as dos outros, para executar as soluções para os problemas que achou.

Ademais, os autores trazem algumas dicas de como incentivar que são valiosas:

  • Não espere que as pessoas façam só porque é certo;
  • Proporcione incentivos que são fáceis de você fornecer, mas que sejam representativos para a outra parte envolvida;
  • Tente diferentes formas;
  • As pessoas vão tentar manipular o sistema de “recompensas”, antecipe como elas irão tentar fazer isso.

O lado bom de desistir

Se você está em um trabalho, um relacionamento, uma tese ou qualquer outra coisa que não esteja funcionando, talvez seja melhor desistir.

Embora, muitas coisas possam fazer com que pense em não tomar essa decisão.

Os autores apontam três motivos que influenciam as pessoas a não desistir:

  1. Ouvir que desistir é sinônimo de fracassar;
  2. Pensar em todos custos que já aplicou naquele relacionamento/serviço/produto;
  3. Não pensar nos custos de oportunidades.

Será que, se deixasse de lado as estruturas que não funcionam mais, não poderia dedicar seus esforços a algo mais valioso?

Por fim, essa é a última reflexão trazida pelos autores: Há varias formas de resolver questões, mas nem sempre vale a pena investir toda sua energia para isso.

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